Postagens

Mostrando postagens com o rótulo bunda

coroa crente

Imagem
A história que vou contar aqui se passou a poucos anos, eu tinha 30 anos, morava em um condomínio com farias torres de apartamentos. Ao voltar do trabalho tinha uma baixinha coroa que voltava no mesmo ônibus que eu e morava no mesmo condomínio, porém não tínhamos nenhum papo um com o outro, mas era impossível não repara nela. Uma baixinha branquinha, com os cabelos longos até a bunda, aliás uma bela bunda, seios médios, rosto redondo com olhos verdes, sempre bem maquiada, uma mulher de quase 50 anos falsa magra, linda que sempre usava a roupa do uniforme, uma calça estilo social feminina colada na bunda e uma camisa polo rosa de uma loja de cosméticos. Um dia ao voltar para casa estava sentado no ônibus ao lado dela e falando com um cara que me pediu o serviço de eletricista na casa dele e estava terminando de combinar o serviço que iria fazer, ao desligar o telefone ela me chama: -Vizinho... Desculpa ouvir a conversa, mas você é eletricista? - Sim vizinha, posso te ajudar? -Sim, lá no...

Com a calcinha enfiada no rego do cu, gemendo como uma cadela no cio enquanto o Thiago, um malandro local com o pau grosso e veiudo, arrombava o cu dela com a calcinha enfiada no rego do cu, gemendo como uma cadela no cio enquanto o Thiago, um malandro local com o pau grosso e veiudo, arrombava o cu dela

Imagem
Eu nunca vou esquecer aquele dia na favela, quando minha esposa Ana, aquela puta safada de bunda enorme e suada, decidiu me trair bem na minha frente num beco imundo, de quatro no chão de terra batida, com a calcinha enfiada no rego do cu, gemendo como uma cadela no cio enquanto o Thiago, um malandro local com o pau grosso e veiudo, arrombava o cu dela sem pena, fazendo ela peidar alto de dor e prazer, melando tudo com suor e porra, até gozar na boca dela, que engoliu com nojo mas deixou, tudo filmado e fotografado por mim, o corno manso que só assistia e registrava cada detalhe daquela putaria explícita, com cheiro de bunda fedendo no ar quente, gemidos ecoando nas paredes pixadas, e promessas de mais aventuras ainda mais sujas vindo por aí, porque essa vadia não para, e eu adoro ver ela sendo usada como uma porca barata. Eu sou o Jorge, um cara comum, casado há oito anos com a Ana, uma morena gostosa de 32 anos, corpo curvilíneo, peitos fartos que balançam sob qualquer blusa folgada,...