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Ela ameaçou dar um grito no mato

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Era carnaval, e eu meu amigo Antonio estávamos sem muita grana e queríamos passar o Carnaval num lugar bacana, então eu citei a casa na praia da minha tia, mas lembrei de como a família da minha mãe era chata e tentei tirar a ideia da cabeça dele, mas eu já tinha descrito como era a praia e ele ficou louco querendo ir, mas ele simplesmente disse eu lido isso todo dia com gente assim. - Eu refleti e pensei é mesmo a praia lá é foda e agente só vai usar a casa pra comer e dormir, então marcamos. Minha mãe nos levou com ela (não gastamos nem na gasolina), e no caminho minha mãe foi tentando amenizar o jeito que a família dela agia, eu e o Antonio fomos rindo a viajem toda. Chegando na casa, já estava toda a minha família por parte de mãe lá, e Antonio já chegou se enturmando, mais até do que eu, logo todos se simpatizaram com ele, achei estranho, mas também não existe ninguém que não goste do Antonio ele é muito engraçado e extrovertido. No primeiro dia nós já arrasamos, pegamos mais garo...

Com a calcinha enfiada no rego do cu, gemendo como uma cadela no cio enquanto o Thiago, um malandro local com o pau grosso e veiudo, arrombava o cu dela com a calcinha enfiada no rego do cu, gemendo como uma cadela no cio enquanto o Thiago, um malandro local com o pau grosso e veiudo, arrombava o cu dela

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Eu nunca vou esquecer aquele dia na favela, quando minha esposa Ana, aquela puta safada de bunda enorme e suada, decidiu me trair bem na minha frente num beco imundo, de quatro no chão de terra batida, com a calcinha enfiada no rego do cu, gemendo como uma cadela no cio enquanto o Thiago, um malandro local com o pau grosso e veiudo, arrombava o cu dela sem pena, fazendo ela peidar alto de dor e prazer, melando tudo com suor e porra, até gozar na boca dela, que engoliu com nojo mas deixou, tudo filmado e fotografado por mim, o corno manso que só assistia e registrava cada detalhe daquela putaria explícita, com cheiro de bunda fedendo no ar quente, gemidos ecoando nas paredes pixadas, e promessas de mais aventuras ainda mais sujas vindo por aí, porque essa vadia não para, e eu adoro ver ela sendo usada como uma porca barata. Eu sou o Jorge, um cara comum, casado há oito anos com a Ana, uma morena gostosa de 32 anos, corpo curvilíneo, peitos fartos que balançam sob qualquer blusa folgada,...